Jornada de 26 de Novembro

Esta Jornada decorreu sob um sol radioso e temperaturas amenas e contou com a presença de cinco alunos e uma professora da Escola Secundária José Estêvão de Aveiro, para além de mais dois voluntários habituais nestas jorandas.

Ora, apesar de os alunos terem também objectivos académicos a atingir, aproveitou-se o facto de o número de voluntários ser elevado para realizar aquele trabalho para o qual se lançou um repto no artigo anterior: arrancar e cortar acácia-de-espigas numa mancha de carvalhos espontânea que fica na vizinhança do marco geodésico SANTO, o ponto mais elevado do Cabeço Santo. Mas, antes de chegar aí, os voluntários “experimentaram” as suas novas luvas numa área com ocorrência de háqueas, que são as invasoras mais “picantes” do Cabeço Santo. Como os “caloiros” tivessem sobrevido a esta prova, viajou-se então até à área alvo.

Depois do trabalho realizado nas Háqueas

 Verificou-se que os medronhos dos medronheiros junto ao caminho tinham sido apanhados por mão humana, e até com um ou outro dano nos ramos. Como já não é a primeira vez que se constata, para usufruir, nem é preciso convite, quanto ao resto…

A equipa passou então toda a manhã a arrancar e cortar plantas de acácia-de-espigas na mancha de carvalhos. Optou-se por abrir clareiras em torno de cada uma das árvores, dada a impossibilidade de, em apenas algumas horas, “limpar” toda a área das acácias. Estas plantas resultam principalmente de rebentação de fragmentos de raízes que ficaram no solo após as duas operações de gradagem a que esta área já foi sujeita, e talvez também alguma germinação de semente, por isso 60 a 70% arrancam-se com relativa facilidade. Os outros 30 a 40% são plantas bem estabelecidas, que têm de ser cortadas com tesourões.

Início dos trabalhos na mancha de carvalhos

Progresso dos trabalhos

Notam a evolução?

Outro trabalho que foi realizado foi o corte de rebentos secundários dos carvalhos, já que se trata de árvores que rebentaram após o fogo e sempre o fazem com abundância de varas. Para que se tornem árvores bem formadas é conveniente cortar os rebentos mais fracos, deixando apenas um, dois ou, excepcionalmente, três.

Depois do almoço a equipa ainda realizou uma sementeira de bolotas nas clareiras da mancha.

Depois do trabalho realizado

Mas os alunos não podiam regressar tarde, pelo que já só houve tempo para uma visita às margens do ribeiro de Belazaima para observar os resultados do trabalho já aqui realizado e o muito que ainda há para fazer, concretamente o corte das plantas isoladas de mimosa que ainda ocorrem por aqui. E nas próximas jornadas, sem dúvida que viremos até aqui, pelo menos no período da tarde, quando a vegetação herbácia estiver já menos orvalhada.

A foto de despedida

A próxima jornada será a última oportunidade para participar nas Jornadas de Outono de 2011. Mas claro, logo em Janeiro de 2012 chegarão as de Inverno!

Até breve.

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