Apoios ao projecto

Desde a sua criação em 2006, o projecto procurou angariar os meios que lhe permitissem atingir os seus objectivos, através das seguintes acções:

1) Campanha de angariação de fundos lançada em 2006, dirigida às empresas do Concelho de Águeda e aos cidadãos da freguesia de Belazaima do Chão. Esta campanha foi dirigida, isto, é, com comunicações enviadas por correio a centenas de empresas e praticamente todas as casas da freguesia de Belazaima. Os textos dessas comunicações podem ser lidos aqui e aqui.

2) Edição de um folheto de apresentação distribuído em vários contextos, que também apelava à contribuição (o número de conta aí constante já não serve para transferências para o projecto).

3) Pedidos de apoio financeiro à Silvicaima e à Câmara Municipal de Águeda

4) Candidatura ao fundo ONG Ambiente do Espaço Económico Europeu

5) Pedido de apoio em 2009 às 18 maiores empresas do Concelho de Águeda, com este texto e este boletim de resposta, acrescentando-se ainda um envelope selado e endereçado para reenvio do boletim.

6) No final de 2009, produção e edição de um calendário para 2010.

7) Patrocínios empresariais

8) Venda de mel

9) Apadrinhamento de árvores

10) Venda de uma t-shirt

Estas acções tiveram os seguintes resultados:

1) e 2): Contribuições, até ao final de 2008, no valor de cerca de 8200 Euro, dos quais 1450 foram de empresas e o restante de particulares.

3) Estes pedidos deram origem à assinatura de um protocolo, pelo qual a Câmara Municipal contribuiu em 2008 com 7500 Euro e a Silvicaima também com 7500 Euro a título de pagamento de serviços (IVA incluído). O protocolo foi renovado em 2009, mas retendo apenas a contribuição financeira da CMA, que, com a “crise”, se reduziu para 5000 Euro por ano, e atribuindo à Silvicaima (depois Altri Florestal) outras formas de contribuição. Estes protocolos formalizam também aquela que é de facto a principal contribuição da Altri Florestal para este projecto: a cedência de largas dezenas de hectares da propriedade que gere para fins de conservação.

4) Esta candidatura foi aprovada prevendo uma contribuição de cerca de 30000 Euro por parte do fundo, 2500 Euro por parte da Câmara Municipal de Águeda (que na prática foram retirados dos 7500 de contribuição global desta entidade para 2009) e 2500 por parte da própria Quercus. Embora estes 2500 Euros fossem em princípio para angariar por meio de donativos, o Núcleo de Aveiro decidiu transferi-los do seu próprio orçamento.

5) Esta acção de angariação teve um resultado nulo. Apenas duas das empresas contactadas tiveram a gentileza de responder, uma delas devolvendo o boletim de resposta e outra enviando uma carta explicativa, ambas no sentido de não conceder qualquer apoio.

6) Foram editados 500 calendários com um custo de cerca de 1800 Euros (com IVA). Foram contactadas empresas de Belazaima, a Câmara Municipal e a Silvicaima no sentido de adquirirem estes calendários para oferecerem aos seus colaboradores no Natal ou final de ano, contudo apenas a Silvicaima correspondeu, adquirindo 100 exemplares a preço de custo. Além disso os calendários foram expostos e vendidos em todos os estabelecimentos comerciais de Belazaima, na Livraria Rino em Águeda (outras livrarias e papelarias não o aceitaram) e na Papelaria Rodrigues em Aveiro. Foram ainda anunciados neste blogue e vendidos pelos membros da Direcção do Núcleo de Aveiro. Mas tudo isto não foi suficiente: vendidos a 5 Euros dos quais ainda se tinha de entregar IVA (uma segunda vez!), os calendários não foram todos vendidos (muitos acabarm por ser oferecidos ao longo do ano), resultando, depois de todo o trabalho requerido, em prejuízo financeiro!

7) Por intermédio da Quercus foi atribuído ao projecto um patrocínio regular por parte da empresa açoreana Espaço Talassa, que em 2016 atingiu 1000 Euros por ano. Também a Quercus concedeu ao Projecto um patrocínio que a empresa de Belazaima Solzaima havia atribuído ao Projecto Criar Bosques, e que foi efectivo entre 2011 e 2013. A partir de 2015 o projecto tem também o patrocínio financeiro da empresa Zoofeira, cujo valor atingiu 1000 Euro em 2016, e conta com o apoio em serviços da Critec na elaboração de materiais de divulgação e informação.

8) A venda de mel contribui apenas de forma residual.

9) A partir de 2016 ofereceu-se a possibilidade cidadãos ou empresas poderem apadrinhar árvores, pelo valor de 2€ por árvore.

10) Por ocasião do 10º aniversário do Projecto, em Setembro/Outubro de 2016, foi produzida uma t-shirt, cuja produto da venda reverterá para as acções do projecto.

Que despesas servem estes fundos?

Basicamente dois objectivos:  a) mão-de-obra, materiais e equipamentos; b) aquisição de terrenos. Em 2006 a Quercus adquiriu um terreno de 7 ha no valor de 15000 Euros. Em 2009/10 orçamentou 25000 para compras de parcelas nas margens do Ribeiro de Belazaima. O trabalho é o realizado por equipas profissionais, os materiais são o herbicida, a gasolina, as árvores, os fertilizantes, etc, e os equipamentos os tesourões, as motosserras, etc. A generalidade dos fundos angariados junto de entidades públicas e privadas são para a rubrica a), apenas os donativos e patrocínios explicitamente devotados à aquisição de terrenos são atribuídos à rubrica b).

Um apoio não referido acima é o da Associação Florestal do Baixo Vouga, que tem prestado serviços abaixo do custo de mercado. Na sua contribuição inclui-se também um conjunto de dias de trabalho (5 por ano) sem custos para o projecto ao abrigo de um protocolo entre a Quercus e o ICNF.

Se quiser apoiar o projecto financeiramente, envie um cheque à ordem de “Cabeço Santo” para o Núcleo Regional de Aveiro, Apartado 363, 3811-905 Aveiro, ou faça uma transferência bancária para a respectiva conta, com o NIB 0035 0239 0001 8448 8309 4 da CGD, enviando o comprovativo por correio ou e-mail (cabsanto@gmail.com). Em qualquer caso não se esqueça de indicar o seu nº de contribuinte. Os recibos são válidos para a obtenção de benefícios fiscais em sede de IRS.

 

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