A jornada de 11 de Fevereiro

A jornada de Sábado passado no Cabeço Santo foi mais uma intensa jornada de plantação de árvores participada por oito voluntários, dois deles estreantes.

O dia estava frio e sem previsão de chuva, o que convidava à acção, e assim aconteceu: a equipa continuou a plantação no Vale de Barrocas a uma cota mais elevada do que nas jornadas anteriores, continuando a subir o Cabeço do Meio. A plantação desenvolveu-se em torno de um grande barranco artificial, escavado na montanha para melhor captar a água de nascente, que daqui ainda segue para uma habitação da aldeia do Feridouro, mas que, pela sua abundância, transborda da caixa de onde sai o tubo, podendo ser utilizada.

O barranco ainda estava ocupado por rebentação de eucalipto e de facto, o primeiro trabalho da equipa ao chegar ao terreno foi cortar rebentos de eucalipto, o que proporcionou um bom aquecimento muscular! Passados menos de 30 minutos a plantação iniciava-se. Carvalhos, castanheiros, pilriteiros, azereiros e azevinhos eram as principais plantas disponíveis.

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Dois voluntários estreantes, mas já à vontade na sua missão

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Vista das encostas adjacentes ao vale de Barrocas

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Pequeno vale, afluente do principal, em torno do qual se desenrolaram os trabalhos

O declive e o solo perturbado na zona do barranco foram as principais dificuldades encontradas pela equipa, mas os trabalhos avançaram com animação durante a manhã. Um ou dois elementos foram também cortando rebentação de eucalipto, trabalho que também se prolongou por todo o dia.

Pelo meio dia, um prato quente vegetariano foi servido aos voluntários, que muito o apreciaram, endereçando louvores à cozinheira, também ela voluntária. E fizeram votos para que comida assim pudesse continuar no futuro! Sempre que possível, assim será, é a promessa da organização.

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Um prato vegetariano, e quente!

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Qualquer posição serviu para saborear o almoço!

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A água brotava da caixa de cimento de onde parte a conduta para a aldeia

À tarde os trabalhos desenvolveram-se para mais longe do barranco, para nascente, e o solo, embora com bastante matagal em alguns locais, tinha menos pedras e era mais fácil de trabalhar. Claro, “mais fácil” não significa nunca “fácil” pois a abertura de covas à picareta, num terreno nunca mobilizado, com tocos e raízes de eucalipto e raízes das plantas do matagal, nunca é exactamente “fácil”. Vamos sonhando com a retro-aranha, a máquina que conseguiria trabalhar aqui, e talvez um dia a possamos ter e aliviar os nossos braços, mas para já é com eles que temos de contar…

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Os trabalhos decorreram em torno deste barranco

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A vegetação espontânea de porte arbóreo já existente era escassa, mas podiam encontrar-se facilmente carvalhos e medronheiros

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Transporte eficiente de materiais

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Trabalhos desenrolando-se na encosta

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O corte da rebentação de eucalipto também ocupou alguns voluntários durante todo o dia

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Azevinho plantado

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A equipa, no final do dia

A frescura do dia ajudou a que as energias se mantivessem em alta e a equipa não desarmou até que as cerca de 300 árvores trazidas estivessem na terra. Já passava das 18 horas e já escurecia quando se fez o caminho de regresso. Tinha sido uma excelente jornada de plantação. Obrigado pela dedicação, mesmo devoção, de todos os voluntários a esta causa e à sua participação neste dia!

Mais fotos da jornada na página do Facebook.

Até breve!

Paulo Domingues

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Notícias do Cabeço Santo e de lá perto

Ontem, 4 de Fevereiro, não se chegou a realizar a prevista jornada voluntária de plantação de árvores. Pelo menos durante a manhã a chuva seguiu fielmente as previsões e caiu regularmente, embora assim já não tenha acontecido durante a tarde. Mesmo assim, o “destino” desta jornada estava traçado…

Mas como o Inverno não espera e as árvores não se plantam sozinhas, não nos podemos dar ao luxo de simplesmente cancelar a jornada, assim, adiamo-la para o Sábado seguinte, 11 de Fevereiro, esperando poder ainda contar com a disponibilidade de alguns voluntários. Depois, no dia 18, teremos uma jornada extra para um grupo organizado e esperamos no dia 25 poder voltar ao calendário normal.

Entretanto, aproveitamos para oferecer algumas cenas invernais, algumas pacíficas e bucólicas, outras preocupantes, mas ainda assim não isentas de beleza…

Do Feridouro obteve-se esta perspectiva das terras do Cortinhal, que já foram agrícolas, eucaliptal durante algumas décadas, e que agora se recuperam, mas por certo com muito mais carvalhos e castanheiros a rodeá-las do que alguma vez tiveram:

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Depois do eucaliptal…

Já junto ao Vale de São Francisco obteve-se a seguinte, onde não deixam de chamar a atenção as mimosas que ainda persistem na encosta, agora quase a florescer, não obstante todo o trabalho que já lá foi realizado:

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Junto ao Vale de São Francisco, quase no seu encontro com o ribeiro

Ainda do Feridouro, este formoso cogumelo:

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Bonito cogumelo!

Agora já em Belazaima, e logo num grande carvalho de uma parcela da Quinta das Tílias, observou-se esta cena:

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Um ninho de vespa asiática, num carvalho da Quinta das Tílias

É verdade, trata-se de um ninho de vespa asiática, que ali foi construído há meses enquanto cá em baixo tantas vezes se trabalhou sem se suspeitar que logo ali, escondida pela folhagem, se encontrava esta colónia dos perigosos e invasores insectos devoradores de abelhas. E contudo, não deixa de ter uma certa beleza…

Não longe do ninho de vespas, as águas do ribeiro, turvas pelos sedimentos que arrastam, seguem o seu curso até ao Rio Águeda, enquanto atravessam este recanto de castanheiros e vegetação ribeirinha em pleno repouso invernal…

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O Ribeiro de Belazaima

E para terminar, uma cena que quase poderia pensar-se ser dos green fields of England, decorados pelos seus grandes carvalhos, e que só os eucaliptos lá ao longe conseguiriam relocalizar. E de facto é apenas Belazaima, claro, não qualquer sítio de Belazaima, um sítio especial…

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Uma cena de Whiltshire ou do Somerset? Não, de Belazaima!

Encontramo-nos de novo em Belazaima, no dia 11, para mais uma grande jornada voluntária de plantação de árvores! Até lá.

Paulo Domingues

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Jornada especial de 28 de Janeiro

No Sábado passado tivemos uma jornada voluntária especial e fora do calendário: um grupo de pequenos voluntários escuteiros veio ao Cabeço Santo aprender, fazer e apreciar o trabalho que levamos a cabo para recuperar a paisagem e a biodiversidade. Eram apenas quatro voluntário e dois responsáveis, mas quem sabe, levam a semente consigo e ela traz de volta muitos frutos…

Depois de uma pequena explicação sobre as espécies que plantamos e da sua relevância para a floresta autóctone da região, a equipa deslocou-se até ao “corredor ribeirinho” a jusante dos portões da Mata do Cabeço Santo (Altri Florestal). Esta área recebeu no ano passado as suas primeiras plantações, sobretudo de árvores, mas entre estas ainda havia lugar apropriado à introdução de arbustos, e foi este trabalho de adensamento e “construção” do estrato arbustivo que a especial equipa deste dia realizou.

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O Chão do Linho e o ribeiro, avistados do local escolhido para plantar

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A equipa, pronta para iniciar o trabalho

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Um carvalho plantado no ano passado neste local

As espécies trazidas foram o medronheiro, o lódão-bastardo, o folhado, o lentisco e a murta, sendo que três destas espécies têm ocorrência espontânea conhecida neste espaço, ainda que se encontrem em estado bastante “esfarrapado”, dado o passado de exploração florestal de eucalipto desta área.

Os voluntários dedicaram-se afincadamente durante a manhã, tendo-se naturalmente deixado para os mais pequenos os trabalhos que não exigiam tanto esforço físico, que para isso ainda precisam de alguns anos…

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Plantando uma murta

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Medronheiro já plantado, com um toque de arte

Algumas plantas foram recebendo nomes invulgares, assumidamente na expectativa de que quem as plantou, ou ajudou a plantar, as possa acompanhar e visitar ao longo dos anos e até talvez, passar a tradição para filhos e netos, de tal maneira que daqui por 100 anos ainda alguém se lembre dos nomes dados a estas plantas, e por quem!

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O esforço exigido não tirou a boa disposição

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Em busca de um bom local de plantação

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O trabalho mais pesado ficou para os mais crescidos…

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E assim se passou a manhã!

Depois de uma manhã de trabalho, a equipa entregou-se ao merecido almoço e à tarde teve um programa mais educativo, usufruindo de uma pequena visita guiada a diferentes áreas de intervenção com características e necessidades particulares. E pelo meio da tarde terminou a sua participação, porque tinha de regressar casa.

Oxalá tenham gostado da participação! E que os arbustos que plantaram ainda um dia lhes possam fazer sombra, e que os participantes de hoje possam usufruir dessa sombra!

Obrigado a miúdos e graúdos!

Paulo Domingues

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A primeira jornada do ano

A primeira jornada de 2017 realmente realizada aconteceu no dia 21 de Janeiro com a presença de 16 voluntários sem medo dos dias frios que têm vindo. Frios, mas secos, o que, se para as árvores a plantar não é o ideal, para quem se movimenta no terreno é. Assim, pouco depois das 9 horas a equipa deslocava-se já para o local elegido, o Vale de Barrocas, sendo que a maior parte dos voluntários seguiu pelo Feridouro enquanto a carrinha de serviço ia pelo antigo caminho para Belazaima-a-Velha com as plantas e todo o equipamento necessário.

Começou-se, como sempre, com uma pequena formação, pois que é essencial plantar bem as árvores. Depois de termos plantado da última vez acima do caminho, agora avançou-se para baixo, em direcção ao ribeiro. Mas o avanço não se revelou fácil: terreno declivoso, com muito matagal e ramada de eucalipto acima da superfície e pedras e raízes abaixo. Verificou-se assim que esta área era muito mais difícil de trabalhar do que a anterior, também por corresponder ao perfil côncavo da encosta entre os vales adjacentes, já que a coisa melhorou à medida que nos aproximávamos dos vales.

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Para iniciar, as necessárias explicações

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Lá em baixo o vale de Barrocas, ainda com eucaliptos na outra margem

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Voluntários em acção

Como eram muitos voluntários, alguns dedicaram-se a cortar rebentos de eucalipto, outra das tarefas aqui requeridas. Recorde-se que optámos por não usar herbicida neste local fértil em nascentes de água, e também não foi possível destroçar as toiças de eucalipto por meios mecânicos devido ao declive do terreno.

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Alguns voluntários dedicaram-se ao corte de rebentação de eucalipto

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A preparação da cova para a plantação faz-se com todo o cuidado

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O declive elevado, o matagal e a ramada de eucalipto no solo não desanimou os voluntários

O trabalho duro rapidamente aqueceu os corpos e as roupas começaram a acumular-se junto à carrinha quase parecendo que o Verão tinha chegado de repente!

Pelo meio dia havia uma boa notícia já antecipada: para hoje tínhamos comida quente especialmente confeccionada por uma voluntária de cozinha. Foi um prato vegetariano muito apreciado até pelos mais aguerridos carnívoros!

À tarde continuou-se a trabalhar abaixo do antigo caminho principal, e sem dúvida que a abertura de covas em torno dos dois ramos do vale principal, o vale de Barrocas, revelou um solo mais substancial e com menos pedras do que anteriormente.

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Com este declive, era fácil rebolar pela encosta abaixo, e chegou a haver quem o tenha ensaiado!

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Não, não vinha da famosa Universidad de Salamanca, mas vinha de outra quase tão famosa e era uma das três caras novas nestas jornadas

As árvores e arbustos plantados foram: carvalhos, uns poucos castanheiros, azereiros, folhados e medronheiros, estes poucos por estarmos numa encosta voltada a nordeste, menos propícia para esta espécie. Não se fez uma contagem “oficial”, mas um voluntário contou 220 árvores plantadas, o que se conseguiu ainda bem antes do pôr-do-sol.

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Já no final do dia, os voluntários regressaram a pé até ao outro lado do ribeiro, onde estavam os meios de transporte

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Vista sobre o ribeiro, o Chão do Linho, a nova plantação da Altri Florestal (à direita) e a área plantada em 2016 pelos voluntários do projecto, à esquerda

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Vista do Vale de Barrocas, com a área plantada hoje, à esquerda, a área plantada na última jornada, em segundo plano, à direita e duas manchas de eucalipto que deverão ser cortadas ainda em 2017

Mas foi já na base de operações em Belazaima que se tirou a foto de despedida, já com um voluntário em falta, e tendo como companhia as árvores que ainda temos para plantar este Inverno. Isto, claro, para lembrar que as jornadas de plantação continuam em força já no primeiro Sábado de Fevereiro.

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A foto final, já na base de operações

Um obrigado a todos os voluntários, incluindo a voluntária cozinheira! Mais fotos na página do Facebook.

Paulo Domingues

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Novo Ano, novas jornadas

O Cabeço Santo já acordou para o novo ano, mas a primeira jornada de 2017 não se chegou a realizar, por o número de voluntários ser insuficiente. Talvez o ambiente festivo ainda não convidasse muito à acção, talvez os dias frios apelem mais ao recato do lar…

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Os dias têm acordado com geada, que desaparece aos primeiros raios de sol

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Os carvalhos vão gradualmente perdendo as suas folhas, ao longo do Inverno

Mas a verdade é que é mesmo no Inverno que se plantam árvores, pelo que se renova o chamamento para a segunda jornada voluntária a realizar no dia 21 de Janeiro. À espera dos voluntários que não tenham medo da onda de frio que se avizinha estará uma grande colecção de árvores e arbustos que temos de plantar até Março.

Até Sábado, no Cabeço Santo!

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Jornadas de Inverno

O Novo Ano está a começar e no Cabeço Santo a celebração rapidamente dará lugar aos trabalhos, ou, pensando de outra forma, iremos começar a trabalhar ainda em ambiente de celebração.

As Jornadas de Inverno iniciam-se já no dia 7 de Janeiro e serão em geral dedicadas à plantação de árvores e arbustos. Para além dos carvalhos, castanheiros e azevinhos que já temos em stock, ainda na primeira semana do ano receberemos dos viveiros da Malcata um conjunto de árvores e arbustos de outras espécies nativas. São para cima de 1500 plantas que temos para plantar até Março. Por isso a agenda de Inverno será intensa. Eis o calendário:

7 e 21 de Janeiro

28 de Janeiro: jornada com a participação de um grupo de escuteiros de Travassô

4 e 25 de Fevereiro

11 de Março

Votos de Bom Ano de 2017 para todos os voluntários!

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Última jornada do Outono, e do ano

E chegámos à última jornada do ano de 2016! Para celebrar condignamente o acontecimento, 13 valorosos voluntários reuniram-se mais uma vez para uma jornada de plantação de árvores. E o momento foi também especial por outro motivo: iríamos iniciar a plantação numa área nova, na qual já se realizou trabalho ao longo de 2016, mas não de plantação, apenas de corte de rebentação de eucalipto: o vale de Barrocas.

Este é um vale precioso, com duas captações de água em cotas distintas, que alimentam casas no Feridouro, para consumo humano e para rega. As encostas são bastante inclinadas, com uma orientação tendencial para norte/nordeste, e com solos de qualidade superior à média para estas montanhas. Mercê de várias circunstâncias felizes, será possível reunir aqui perto de 10 ha de terreno, embora nem todo já disponível. De momento, temos aqui para plantar cerca de 3 hectares, e temos também a rebentação de eucalipto, dado termos optado por não usar aqui herbicida. Por coincidência, andou neste mesmo dia aqui uma máquina giratória a partir cepas de eucalipto com uma enxó, uma alternativa mecanizada ao corte manual da rebentação, e com a vantagem de não resultar em rebentamentos posteriores. O problema é que essa máquina, ainda que de lagartas, não pode ir às áreas mais inclinadas. Assim se constata que a plantação com eucaliptos em terrenos de elevada inclinação cria um problema de difícil solução, pela sua irreversibilidade sem custos elevados.

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Chegada ao terreno e preparação

Deste modo, a equipa dividiu-se em duas partes: os “plantadores” e os “cortadores” de rebentação. O dia estava frio e com vento, pelo que mesmo o esforço dos trabalhos teve dificuldade em promover a remoção dos agasalhos. O sol, pelo seu lado, brilhou todo o dia, mas como estávamos numa encosta voltada a norte e como ele agora está muito baixo (estamos quase no solstício) quase não demos por ele.

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Equipa dos “cortadores de rebentos”

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Elemento da equipa dos “plantadores”

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Tabuleiro de plantas

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Cogumelos em cepa de eucalipto

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Equipa plantando uma árvore

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Misturando bem os fertilizantes

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Com a colocação do tubo de protecção está concluída a operação

Os “plantadores”, agrupados em três equipas, tiveram que carregar as plantas e os fertilizantes encosta acima, pelo que a jornada foi particularmente exigente. A abertura das covas, já o sabíamos, não era propriamente fácil, pois tinha que se fazer com picareta, num terreno com matagal e tocos de eucalipto. Nestas circunstâncias, não podemos esperar plantar muitas árvores por dia, o melhor que podemos tentar é fazê-lo bem.

A maior parte das árvores eram carvalhos, embora houvesse também alguns medronheiros.

Pelo meio dia já havia voluntários bastante cansados, mas um almoço especial com grão-de-bico, broa de milho e cuscuz, para além de outras especialidades, foi suficientemente revitalizador, pelo que a equipa voltou sem demora ao trabalho, que a tarde era curta.

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O dia estava frio e nem o aquecimento interno deu para tirar muitas roupas

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Plantando as últimas árvores

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Os declives eram elevados

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Lá mais em cima, uma giratória fazia o seu trabalho

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Vista de uma área plantada

Embora agora fosse necessário transportar os materiais ainda mais para cima na encosta, os trabalhos prosseguiram com animação e pelas 16 horas todas as 180 árvores trazidas de casa estavam plantadas. O sol escondia-se rapidamente atrás do Cabeço do Meio, mas ainda houve energias para todos se dedicarem ao corte de rebentação de eucalipto nos minutos finais da tarde. E imaginem: conseguiram encontrar uma máquina fotográfica compacta perdida no meio de todo o material lenhoso depositado no chão!

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Cortando rebentos de eucalipto no final

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Vista da área plantada, acima do antigo caminho para Belazaima-a-Velha

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Vista do Vale de Barrocas, da área trabalhada, e da que ficou por trabalhar.

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A equipa no final, em pleno coração do Vale de Barrocas!

Tinha sido uma excelente jornada, a fechar 2016. E uma jornada verdadeiramente europeia: para além da já habitual presença francesa, desta vez tivemos também uma alemã! E várias estreias de novos voluntários! Assim se encerra um ano de grande participação voluntária no Cabeço Santo, bem à medida das imensas necessidades que se apresentam. Mas a época de plantação ainda nem vai a meio! Continuamos já no dia 7 de Janeiro, pois há muito para fazer!

Um grande obrigado a todos os voluntários deste dia e deste ano. Felizes festas e até muito breve, com o anúncio das jornadas voluntárias de Inverno no Cabeço Santo! Entretanto, podem ver mais fotos da jornada na página do projecto no Facebook.

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