Posts tagged voluntariado

A jornada do Dia da Floresta Autóctone

No dia 25 de Novembro tivemos a jornada de celebração do Dia da Floresta Autóctone com mais uma concorrida acção de sementeira de bolota: quase 20 voluntários, embora alguns não tenham ficado todo o dia (e outros, inscritos, não tenham aparecido).

A manhã decorreu numa parcela do Vale da Várzea de onde os eucaliptos foram recentemente removidos. Apesar de ter pouco mais de 1,5 ha, a parcela tem um relevo complexo, com declive frequentemente elevado. Ainda com os eucaliptos em pé, foi percorrida pelo incêndio de 28 de Abril passado, dando origem a que a tonalidade dominante da área seja o negro. Pior do que isso, formaram-se as típicas crostas de cinza que dificultam a penetração da água no solo, fenómeno agravado pelo declive e pela escassa precipitação. Mesmo em locais planos, foi possível observar um sítio onde se acumulava água à superfície, mas o solo por baixo se encontrava completamente seco. Isto pode ser um problema, pois as bolotas necessitam de um entorno com certa humidade para se manterem vivas. Tentou-se dar preferência aos locais onde a água conseguiu penetrar no solo, mas nem sempre isso foi possível. Durante toda a manhã se trabalhou neste local, tendo ainda alguns voluntários cortado rebentos de eucalipto.

24019778_1493227584124715_531519600_n

Vale da Várzea, uma perspectiva mais sombria

24008681_1493227484124725_1379123979_n

Vale da Várzea, uma perspectiva mais animadora!

DSC_2158

Vale da Várzea: trabalhos em curso

DSC_2150

Vale da Várzea: em paralelo com a sementeira, uma equipa local recolhia pedaços de toco de eucalipto

Nesta parcela uma máquina (giratória) com enxó partiu toiças de eucalipto para as desvitalizar e acelerar a sua decomposição, mas só nos locais onde o declive do terreno o permitiu.

Dada a proximidade e maior facilidade de processar o almoço, que desta vez foi feijoada, a refeição fez-se na base de operações da Quinta das Tílias.

IMG_1024

Desta vez o almoço quase pareceu um serviço de refeitório!

À tarde a equipa rumou ao Vale de Barrocas para continuar o trabalho das jornadas anteriores. Acabou a mancha de rebentos de eucalipto que na jornada anterior tinha ficado avançada e continuou a sementeira no entorno do braço principal do Vale de Barrocas, nas suas cotas mais elevadas. Tinha a expectativa de receber uma equipa de reportagem do Porto Canal, mas esta, tendo andado meio perdida no Cabeço Santo, acabou por chegar demasiado tarde e ficou-se pelo caminho de acesso ao Feridouro. Apesar disso, fez a reportagem.

24020083_1493226314124842_1283227578_n

Voluntários a caminho para o local de intervenção no Vale de Barrocas

23972595_1493189067461900_1872720120_n

Perspectiva do Vale de Barrocas

CIMG6518

Equipa, já incompleta, no final

O encerramento da jornada fez-se de novo na base da Quinta das Tílias, quando já alguns voluntários não estavam presentes. Tinha sido mais uma produtiva jornada, mas os resultados vêm-se (oxalá!) mais tarde. Obrigado a todos os voluntários! Continuamos dia 9 de Dezembro.

Paulo Domingues

Anúncios

Comments (1) »

Jornada voluntária especial

No dia 18 de Novembro tivemos mais uma jornada voluntária, desta vez não prevista no calendário, motivada pela disponibilidade de um grupo de estudantes da Universidade de Aveiro, mais precisamente do Núcleo de Estudantes de Engenharia do Ambiente da Associação Académica da Universidade de Aveiro. A este grupo se juntaram outros voluntários não universitários que já tinham manifestado interesse em comparecer. Assim se constituiu mais um numeroso grupo de voluntários que se deslocou até ao Vale de Barrocas para continuar os trabalhos da jornada anterior.

Como anteriormente, o grupo dividiu-se em dois, ficando um com o trabalho de cortar rebentos de eucalipto e outro com o trabalho de semear bolotas e castanhas.

O grupo da sementeira passou a manhã nas cotas mais baixas da encosta, junto ao Ribeiro. Não foi um trabalho fácil, devido ao declive e às ramadas de eucalipto deixadas espalhadas pelo terreno, após o corte dos eucaliptos queimados que aqui estavam. O grupo dos rebentos andou numa cota mais elevada, em torno do braço principal do vale.

8

Corte de rebentação, junto a um barranco artificial para aproveitamento de uma nascente

DSC_2105

Carvalho tenaz plantado no princípio do ano, que conseguiu rebentar após o fogo de 28 de Abril

DSC_2115

Voluntária em acção nos rebentos

DSC_2118

Voluntária semeadora

a

Voluntário guardião

DSC_2120

Vista geral dos trabalhos de sementeira

DSC_2129

Perspectiva da área semeada de manhã

À tarde a equipa de sementeira, tendo concluído os trabalhos mais abaixo, subiu também a encosta para semear acima do antigo caminho para Belazaima-a-Velha. Os trabalhos avançaram com bastante dinâmica, e, já a tarde ia adiantada, pareceu que, se todos dessem uma contribuição nos rebentos, se conseguia concluir o trabalho neste local. Então, mesmo sem machados para todos, todo o grupo se dedicou aos rebentos de eucalipto! Não ficou concluído, mas também já falta muito pouco! A foto de despedida tirou-se logo ali, que o sol já tinha desaparecido atrás da encosta.

102

Perspectiva do almoço

DSC_2140

O vale de Barrocas e o antigo caminho para Belazaima-a-Velha

23757560_1439059556213295_1311007004_o

O Vale de Barrocas com o Cabeço Santo em segundo plano

DSC_2143

Pelo final do dia, toda a equipa se dedicou aos rebentos de eucalipto

DSC_2149

O grupo, já incompleto, no final do dia

Obrigado a todos os voluntários. Algumas fotos são do Daniel Graça e outras da Maria Cruz.

As jornadas voluntárias voltam já no próximo Sábado! Em comemoração do Dia da Floresta Autóctone! Bem, de facto comemoramo-lo muitos dias ao longo do ano!

Paulo Domingues

Comments (1) »

Começaram as sementeiras!

Esta foi já a 4ª jornada de Outono! Um Outono quase sem chuva, como não se viu por aqui nas últimas décadas, mas isso é algo que não podemos alterar. O que podemos, sim, alterar, é o que fazemos para ajudar a Terra a recuperar do estado enfermo em que a colocámos, e que parece continuar a agravar-se (Artigo no Público). Foi o que fizeram 24 voluntários nesta jornada em que se iniciou a sério a temporada de sementeira e plantação de árvores. Para já começámos com a sementeira.

IMG_0832

Bolota pronta a enterrar

Os trabalhos decorreram no Vale de Barrocas, que tem sido o alvo principal das atenções. A equipa foi dividida ao meio: um grupo foi cortar rebentação de eucalipto e outro foi semear bolotas de carvalho-roble.

O corte da rebentação foi o trabalho mais exigente fisicamente, dado o tamanho dos rebentos e o acidentado do terreno. Foi a continuação do trabalho da última jornada e que na parcela em início de intervenção praticamente se concluiu.

DSC_2087

Corte da rebentação de eucalipto

DSC_2082

Perspectiva da área já trabalhada na jornada anterior

IMG_0982

À tarde, os trabalhos de corte da rebentação continuaram na parcela mais antiga, onde os rebentos já são mais raros

A sementeira da bolota foi um trabalho mais delicado e reflexivo, durante o qual os voluntários não apenas tinham de colocar bolotas no terreno, mas tentar perceber qual o melhor sítio para semear cada bolota, numa distribuição aleatória mas uniforme pelo terreno, sem excessos nem faltas, mesmo que apenas 15 ou 20% das bolotas semeadas dêem origem a árvores!

DSC_2081

A semear bolota. Em segundo plano mancha ribeirinha de carvalhal e corredor ecológico plantado em 2015/16

IMG_0867

A mesma cena vista por outro fotógrafo!

IMG_0878

Rebentação de carvalho-roble, após o fogo

IMG_0941

Muito serenas, mas ainda correm, as águas do ribeiro

Pelo final do dia mais de 40 kg de bolotas tinham sido semeadas. Como cada bolota tem, em média 7g de peso, isto significa que cerca de 5700 bolotas foram semeadas! Se 20% delas vingarem, mais de 1000 árvores surgirão! Este é um balanço para dentro de alguns anos, mas, para já, foi um bom trabalho!

IMG_1011

Alguns dos voluntários presentes. Outros não puderam ficar para a foto final.

Obrigado a todos os voluntários! E ao Pedro Cruz pelo trabalho fotográfico, que pode ser apreciado com mais profusão na página do Cabeço Santo no Facebook.

As sementeiras vão continuar, e o corte de rebentos de eucalipto também! Voltem sempre!

Paulo Domingues

Comments (1) »

Jornadas Voluntárias de Outono

Ainda muito tímido, o Outono já chegou, e com ele chegam as Jornadas voluntárias de Outono.

Depois de um Verão mais mediterrânico que atlântico, com 4 meses quase sem pinga de água, as plantações dos últimos anos foram postas à prova. Quanto às deste ano, duas regas foram o esforço possível para as salvar. As do ano passado, já mais enraizadas, tiveram que aguentar por si. Nalguns locais houve algumas perdas. Noutros ainda foi possível regá-las também, uma vez.

Como já sabíamos, as plantações geram sempre plantas mais vulneráveis do que as de origem seminal. Mas, por outro lado, não há banco de sementes de árvores e arbustos nativos no solo, e a disseminação activa de sementes conduz a uma baixa taxa de sucesso. Contudo, nos anos em que a produção de bolota [de carvalho-roble] é grande, como a abundância de alimento reduz a pressão dos predadores, a taxa de germinação e sucesso na fixação costuma ser elevada. Ora este é um tal ano: o vingamento foi massivo e, apesar da seca, as bolotas chegam agora à maturação, pelo menos nas árvores mais fortes e bem estabelecidas. Por isso, um dos trabalhos deste Outono, ainda antes da época de plantação, é a colheita e sementeira de bolotas. Também seria importante semear bolotas de sobreiro, pois se a tendência para Verões quentes e secos se mantiver, é mais provável a sobrevivência dos sobreiros. Mas aqui os sobreiros são muito mais imprevisíveis e erráticos na produção de bolota do que os carvalhos.

Alguns de vós estarão a perguntar: então e as famosas bolas e bolachas de sementes, das quais se repetiu uma experiência em 2015/16? O mínimo que se pode dizer é que os resultados não foram conclusivos. Observou-se, com efeito, alguma germinação de bolota, mas dificilmente se pode concluir que foi maior do que se as bolotas tivessem sido semeadas sem bola. E quanto às restantes espécies, praticamente não se observou germinação. Valeria a pena afinar a técnica [repelentes mais eficazes, época de sementeira mais adequada, …], pelo motivo que ficou exposto acima da vantagem de se terem plantas de origem seminal directamente no terreno. Mas de momento, não será muito útil gastar tempo e recursos com a técnica…

Claro, também faremos plantações, provavelmente mais de arbustos do que de árvores, a partir de Novembro.

Então aqui fica o calendário das jornadas de Outono:

30 de Setembro

14 e 28 de Outubro

11 e 25 de Novembro [23: dia da floresta autóctone]

9 de Dezembro

Encontro com os voluntários de Outono já no próximo Sábado. Até lá!

Paulo Domingues

Comments (1) »

Mini-CTC e efeméride

Começamos com uma efeméride: há exactamente 12 anos o Cabeço Santo e uma extensa área dos Concelhos de Águeda, Mortágua e Anadia acordava de um pesadelo nocturno: uma noite de vento, um acendimento provocado ao princípio da noite, uma paisagem “pronta” para o que viria a seguir. Infelizmente, não seria a última vez, mas dessa foi um evento particularmente virulento, cujas marcas directas perduraram durante anos e indirectas muito mais, até hoje.

Voltando ao presente, tivemos este fim de semana o aguardado mini-CTC (Campo de Trabalho Científico) dedicado ao controlo de espécies vegetais invasoras e para o qual foram convidados antigos participantes em CTC’s promovidos anualmente pelo grupo das Invasoras da Universidade de Coimbra (Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra e Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra) desde 2003.

Os participantes, alguns vindos de longe, começaram a chegar ainda na Sexta à noite, e no Sábado tínhamos perto de 20 voluntários de (quase) todas as idades ao serviço. Com toda a determinação de um início de jornada e braços ainda frescos, este “batalhão” de operacionais “armados” de tesouras, navalhas e facas dirigiu-se para uma formação de mimosas na área da confluência dos vales nºs 3, 4 e 5 com a certeza de “derrotar” o “inimigo” de uma penada… Mas não seria assim: a severa seca deu origem a que a casca se agarrasse com força à parte interior do tronco, tornando muito difícil o descasque. De tal maneira, que se considerou improdutivo continuar e o “batalhão” recuou para reorganização e reflexão.

A estratégia de recurso pareceu funcionar: a equipa dirigiu-se para as mimosas, algumas grandes, que se dispõem ao longo do vale nº 3, um local mais fresco e onde as plantas não estão sujeitas a tão elevado stress hídrico. Aqui foi possível trabalhar o resto da manhã, subindo o vale e reiniciando a recuperação deste troço do mesmo, que em tão críticas condições se encontra. Entre o caminho que o atravessa e o ribeiro, uma área foi afectada pelo incêndio de 28 de Abril, e também aqui foram realizados alguns trabalhos de arranque de rebentação e arrumação de ramadas queimadas.

DSC_1757

Entre mimosas, grandes e pequenas

DSC_1762

Voluntárias em acção

DSC_1771

Algumas mimosas, mais afastadas do vale, sucumbem perante a temível seca

DSC_1772

A encosta sobranceira ao vale encontra-se severamente invadida

DSC_1773

Em grupo não se desanima tão facilmente…

DSC_1775

Vai uma bolacha?

Depois de um almoço a sério à sombra das mimosas acabadas de descascar (!!), o grupo subiu (sobre rodas) o vale nº 3 para abordar a mancha de acácia-de-espigas da zona média-alta do vale. As áreas alvo foram acima e abaixo do caminho que atravessa o vale, ambas onde já se tinham realizado trabalhos e a necessitar de acompanhamento. Acima a situação é pior, com muita rebentação de raízes e alguma germinação. Abaixo, onde os medronheiros (espontâneos e alguns plantados também) se encontram em melhores condições e onde as plantas de acácia-de-espigas são já mais dispersas, a evolução foi mais rápida. As ramadas de cortes anteriores e, já na aproximação ao vale, o silvado, foram os principais obstáculos. Quando, já depois das 18 horas, os trabalhos se deram aqui por terminados, os progressos eram visíveis. Mas podia-se voltar aqui muitos dias seguidos, semanas até, com toda esta equipa, que haveria trabalho para ela, tal é o gigantismo da missão que temos em mãos.

DSC_1778

Quem não se sente intimidado perante um “mar” de acácias-de-espigas? Os voluntários do mini_CTC, tanto graúdos como miúdos!

DSC_1780

Um medronheiro à espera de ser “salvo”!

DSC_1782

Abaixo do caminho, a situação é mais animadora, mas a progressão no terreno também não foi fácil

DSC_1791

O grupo de Sábado, no final do dia

À noite realizou-se uma conferência pública na sala da Junta de Freguesia. Pareceu contudo mais privada que pública, o que não obstou a que fosse muito animada, com intervenções de todas as “cores” e ideias muito imaginativas quanto ao futuro do projecto.

Conferencia16-9-2017cartazNo Domingo de manhã recebemos ainda outros voluntários, alguns já habituais nas jornadas regulares. Com cerca de 30 pares de braços prontos a entrar em acção, a área alvo foi o corredor ribeirinho a jusante e a montante dos portões da mata da Altri Florestal: cortou-se rebentação de eucalipto, arrancaram-se e descascaram-se mimosas e também acácias-de-espigas, fazendo-se um varrimento quase metro a metro da faixa de terreno.

DSC_1797

O arranque para o terreno, no Domingo de manhã

DSC_1803

“De pequenino…”

DSC_1813

Arrancando e descascando

DSC_1818

Louva-a-Deus

DSC_1821

Os carvalhos do Vale de Barrocas e a paisagem de eucaliptos, em segundo plano

O mini-CTC encerrou-se com um almoço no parque de merendas do Moinho de Vento em Belazaima, com um balanço bem positivo. Um agradecimento a todos os participantes, e em especial à Hélia e à Elizabete Marchante pelo seu empenhamento na preparação deste CTC.

DSC_1824

Foto de encerramento, com todos os participantes

Quanto ao futuro, ficou a vontade de repetir, talvez com um evento de maior duração e com mais actividades “paralelas” para os participantes. Fica a ideia a germinar. Oxalá o “solo” seja fértil!

Paulo Domingues

Comments (1) »

Voltam as jornadas voluntárias!

É já no próximo Sábado, 2 de Setembro, que se prevê a realização da jornada voluntária celebrando o 11º aniversário do projecto. Será contudo uma jornada normal, com alguma lembrança pontual destes 11 anos de trabalho. Quanto aos trabalhos a desenvolver, ainda não sabemos ao certo. Depois de uma semana em que a DINA(*) nos criou algumas expectativas de precipitação que ajudassem a suavizar este longo e seco Verão, caíram, até ao momento, apenas umas gotas que nem o pó deram para assentar. Por isso, e dada a ausência de previsões de chuva para as próximas duas semanas, uma possibilidade seria a realização de uma rega, já a segunda deste Verão, depois da que realizámos em Julho. Mas até até lá ainda repensamos.

Entretanto e embora ainda faltem mais de duas semanas, lembra-se também a realização do mini-CTC dedicado às invasoras, entre 15 e 17 de Setembro, organizado em parceria com o grupo das invasoras da Universidade de Coimbra e envolvendo antigos participantes em outros CTC’s organizados por este grupo. Este evento terá contudo um “dia aberto” a todos os que queiram participar, que de facto não será mais de meio dia, pois que é o Domingo e neste dia o CTC é encerrado com um almoço. As inscrições são feitas da forma habitual.

Estas duas jornadas encerrarão a época de trabalho voluntário de Verão. Logo virá o Outono, com muito, muito para fazer.

Até breve.

Paulo Domingues

(*) Depressão Isolada em Níveis Altos

Leave a comment »

Jornadas Voluntárias de Verão

Eis o anúncio das Jornadas Voluntárias de Verão no Cabeço Santo!

Começando pelo princípio, a Jornada prevista para o último Sábado, 24 de Junho, por adiamento da anterior, não se chegou a realizar, e desta vez a responsabilidade disso não foi do tempo atmosférico: o dia esteve esplêndido! Mas era dia de São João… isto sem querer atribuir qualquer responsabilidade ao santo!

Deste modo, as jornadas de Verão arrancam, e agora é mesmo para ser, no dia 1 de Julho. Continuam duas semanas depois, em 15 de Julho. Agosto é mês de descanso voluntário, mas o trabalho regressa logo no dia 2 de Setembro com a jornada do 11º aniversário do projecto (mas será uma jornada normal de trabalho!). As jornadas de Verão terminam com o mini-CTC (Campo de Trabalho Científico) dedicado às invasoras, aquele que já esteve previsto para o final de Abril e que depois, por várias vicissitudes, acabou adiado para Setembro. A recepção dos participantes realiza-se na Sexta, 15 de Setembro e os trabalhos prolongam-se até Domingo. Este CTC é uma organização conjunta entre o Projecto Cabeço Santo e o grupo das Invasoras da Universidade de Coimbra.

Que trabalhos previsivelmente se farão? Nesta época são trabalhos de manutenção e gestão das áreas plantadas e de controle da vegetação invasora. Teremos certamente trabalhos de corte de rebentação de eucalipto e corte e descasque de mimosa. Se as condições o exigirem, poderemos regar as árvores plantadas, pelo menos as deste ano. Esperemos que o Verão seja mais delicado do que o do ano passado!

Eis pois o resumo do calendário:

1 e 15 de Julho

2 de Setembro

15-16-17 de Setembro: mini-CTC

Até já!

Comments (1) »